À medida que avançamos por esta sociedade tecnológica, sem script, sem manual de instruções, o ser humano está nitidamente a perder-se
Com isto nao quero parecer resistente ou nostálgica, o progresso é sempre um parto dificil.
Mas chegamos a pontos de grave discussão.
Os jovens não sabem gerir o facebook. Colocamos-lhes nas mão uma ferramente quase BIG BROTHER, que há vinte anos atrás estaria nas mãos da CIA.
À medida que mergulhamos na "tech", cada vez mais livre, maior, mais potente, mais desbloqueada, o ser humano parece ficar mais fechado, mais quadrado, mais bloqueado.
Pessoas bloqueadas. Que não querem aprender mais, que acham que não precisam de evoluir mais. O ser humano parou a sua evolução e deixou o exterior desenvolver-se.
Afinal..para que serviu a trilogia Matrix? OU a trilogia (sim, trilogia!) TERMINATOR? Já não perceberam que as máquinas vão ganhar???
Tuesday, November 05, 2013
Friday, October 18, 2013
Mais vale só do que mal acompanhado...
Mais vale só do que mal acompanhado
Existem quatros tipos de formas de obtenção de conhecimento
humano: o Conhecimento do senso comum, o conhecimento filosófico, o
conhecimento religioso e mais recentemente o conhecimento científico.
Esta é uma das minhas primeiras aulas de Metodologia de
Investigação Científica.
Quando o método científico surge, não tem como objetivo
anular os outros.
O método científico é talvez o único que exige formação mais
avançada, apesar de todos os outros exigirem alguma.
O conhecimento filosófico baseia-se em racicionios lógicos,
silogismos etc.
O conhecimento religioso é dogmático, é o mais antigo, e
baseia-se em dogmas que as religões criaram.
O conhecimento do senso comum, baseia-se em observações e
experiências dos seres humanos ao longo de milhares de anos.
O Conhecimento científico, baseia-se em provas, obtidas
segundo um conjunto de técnicas e normas que os seres humanos desenvolveram.
Os provérbios populares são um dos grandes exemplos de
conhecimento científico.
Resumidos, exatos, sem grandes filosofias, deixam ao nosso
critério individual a vivência da vida, para que depois confirmemos se estão
adequados a nós ou não.
Este proverbio, “Mais vale só do que mal acompanhado” é
forte. É duro. Parece quase agressivo ao dizer.
Vamos suavizá-lo e enquadrá-lo nas nossas vidas.
O ser humano é um ser gregário, naturalmente, gosta e obtem
prazer de conviver com outros animais (racionais ou não-racionais).
É um ser afetivo (exceptuando casos patológicos que não
possuem afetos, como é o caso dos psicopatas), é um ser que gosta de partilhar
ideias e experiências com os outros seres (humanos ou não) e, ainda para mais
com o desenvolvimento do cortex cerebral, miraculoso e único no planeta, o ser
humano começou a ter prazer em trocar mentes, tocar outras mentes, estabelecer
relações mentais com outros seres humanos. Dsad
Tudo isto faz sentido. Porém, a sociedade atual
impulsiona-nos a manter contato com alguém continuamente.
Estar só por prazer de estar só é quase roçar a patologia.
E mesmo quando estamos só, temos telemóvel. A Nomofobia, a
nova patologia de dependência do telemóvel, acabou por vir piorar bastante esta
situação.
Podemos até estar sós fisicamente, mas estamos sempre em
contacto com outros.
Ao nível dos afetos, há situações onde isto se tem tornado
cada vez mais grave.
As pessoas sempre precisaram dos afetos dos outros,
principalmente dos outros humanos.
Mas, de alguma forma, a globalização, a tecnologia, a
abertura do mundo, gerou seres humanos que precisam de sentir o afeto dos
outros. Ou outros seres humanos já eram mesmo assim, no núcleo da sua
personalidade, e ainda não conseguiram ultrapassar isso.
Precisam de estar ligados, precisam de alimentar o ego,
precisam de sentir que está ali alguém, algures, à distância ou presencial, que
o admira, que flerta, que o faz sentir desejado, admirado, ouvido. Precisam de
alimentar uma rede de contactos.
E o foco desta análise é entre o “Precisar” e o “Querer”.
Façamos um exercicio. Estamos sós. Na nossa agradável
companhia. E de repente, dentro de nós, nasce uma necessidade, em segundos, de
ligar para alguém. Parem um segundo. Querem ligar porque querem conversar com a
pessoa, gostam dela ou PRECISAM de ligar-se com alguém? Se este ou esta não
atender, pode ser o próximo...é igual, qualuqer um/a serve? O que têm nao
chega, precisam de mais. Precisam de sentir que está ali alguém. E, por vezes,
precisamos de alguém, e isso é natural.
Ao refletir sobre esse provérbio, Mais vale só do que mal
acompanhado, é essa a minha reflexão.
Isto aplica-se a qualquer relacionamento, seja de amizade,
de amor ou de outro tipo.
No caso do amor, esse relacionamento deve preencher-nos. O
que não invalida que mantenhamos outros relacionamentos de amizade, pois são
necessários. Mas uns não se podem anular aos outros. No seu cariz, para ser
inteiros, integrais, completos, os relacionamentos devem estar cheios de
verdade e, por isso, sejam de que tipo forem, os relacionamentos devem se
entrecruzar, ter conhecimento uns dos outros.
Estar acompanhado com alguém que só está por estar, que não
faz questão absoluta de estar connosco, que não pensa “não há mais ninguém
neste momento com quem gostaria de estar”...será que vale a pena? O Povo diz
que não. E então, mais vale só.
Ensaio sobre a Intimidade
A
intimidade é uma palavra que eu aprecio imenso. Esta semana, todo o universo se
alinhou para que eu refletisse sobre ela.
Passei
na minha prateleira, na minha mini-biblioteca (de livros, reais, em Papel!) e
lá estava o livro do OSHO, chamado exatamente “Intimidade”. Reli-o.
Numas
leituras científicas fui parar (como inevitalvelmente lá vou para muitas
vezes), à teoria do Desenvolvimento humano de Eric Erikson (para saber mais
visitar, por exemplo, o Blogue: http://psicod.blogspot.pt/2011/05/teoria-do-desenvolvimento-psicossocial.html).
E lá
estava a 6ª crise Do Erikson “Intimidade versus isolamento”. Na adultez, depois
da resolução do estádio 5 (por volta da adolescência) cuja crise a resolver é
“Identidade versus difusão da identidade”, passa a ser possível ao adulto com a
identidade bem definida, estar pronto a unir-se à identidade de outra pessoa,
sem que essa união o ameace como indivíduo.
Por entre diversas
leituras, dei por mim a querer escrever sobre a Intimidade.
A intimidade é mais
do que amor, é mais do que paixão, para mim, é o fim máximo da existência
humana.
Intimidade é
entregar-se, sem medo de nos perdermos a nós próprios. Como diz o OSHO, só é
possível haver intimidade quando estamos dispostos a abrirmo-nos ao risco. A
arriscarmos que o outro nao goste mais de nós, a arriscarmo-nos partilhar tudo
mesmo que o outro nos deixe, porque não pode haver APEGO na intimidade.
Por isso, na opinião
do OSHO (polémica para muitos, por certo!) o maior inimigo da intimidade é
o Casamento.
Na maioria das
sociedades inventou-se o casamento para tentar CONTRATUALIZAR o
incontratualizável. Tentamos contratualizar a intimidade. Mais do que o amor.
Não há mais nenhuma tentativa (que me lembre) que tentar contratualizar
sentimentos.
Um papel que nos
força a amar, auto-anula-se. O casamento veio forçar as pessoas a decidir sobre
o futuro, quando este não existe.
A intimidade
verdadeira só pode existir no presente. O passado e o futuro não existem. A
intimidade é querer partilhar todo o nosso eu com outra pessoa. Querer. Não
sentir medo, nao assinar contrato, QUERER. Todos os dias querer.
E quando não temos as
crises de Erikson bem resolvidas, isso torna-se difícil. Como diz o OSHO, em
primeiro lugar, logo à partida porque muitos seres humanos não se amam a si
próprios. Então, nunca poderão entrar em Intimidade, porque receiam que o
OUTRO, quando os conhecer verdadeiramente ...descubra quem ele/ela realmente
é... e se não nos amamos, obivamente, receamos que o outro também não nos ame.
Por muito que a
sociedade nos queira seres humanos estáveis e iguais todos os dias (o que é um
contrasenso, pois isso é um robot), nós mudamos todos os dias. A pessoa de
ontem não é a pessoa de hoje e não será a de manhã.
Intimidade é arriscar
amar hoje. E Hoje, arriscar partilhar quem somos e o QUE Mudamos e o que
vivemos HOJE...mesmo arriscando que a pessoa deixe de nos amar por causa disso.
E a pessoa pode continuar a amar a pessoa que fomos ontem, e deixar de amar a pessoa
que somos hoje. E isso acontece todos os dias e, claro, faz-nos sofrer.
Intimidade
é mais do que corpo, mente e espírito. Porque o Todo é mais do que a soma das
partes (Gestal Theory!).
Quando
usamos o corpo, duas pessoas têm atração física, é químico, são feromonas. É
Paixão pura.
Quando
nos ligamos a outro pela mente, temos um diálogo filosófico, intelectual (uma
amizade, por exemplo).
Quando
nos unimos pelos sentimentos, temos emoções platónicas, relações com amigos,
pais, filhos, etc. Gostamos, usando as emoções.
Quando
nos enamoramos (e vale a pena ler a respeito o fatástico “Enamoramento e Amor”,
do sociólogo Francesco Alberoni), o fenómeno do enamoramento pode ou não
conduzir ao amor.
E o amor,
para que realmente o seja, só chegará ao seu pico quando é atingida a
intimidade.
O ser
humano é o único ser que tem essa opção à sua disposição. Escolher a
imtimidade, a ligação total a outro ser pelo corpo, mente, espírito e
sentimentos.
O ser
humano desenvolveu cortex cerebral, ainda não sabemos bem como nem para quê
...mas eu tenho uma teoria!
Tudo o
que nós fizemos com o cortex cerebral foi para unir pessoas. Pontes, estradas,
edificios, telemoveis, pc’s, e agora as redes sociais.
Tudo para
UNIR o mundo, para que as pessoas estejam mais próximas. Porque o humano é um
animal gregário, e não eremita, e por isso, necessita de intimidade.
No
entanto, é fácil cair na atual ilusão de intimidade: tennho muitos amigos,
tenho 500 amigos no facebook, frequento muitos grupos, e todos gostam (?) de
mim!
A
intimidade nunca fará sentido ser atingida com 500 amigos. Só com um outro ser
humano. E eu acho que o grande desafio da espécie humana é esse: seremos
capazes de arriscar deixarmo-nos de parte (o EGO) e unirmo-nos a outro
incondicionalmente, HOJE, sem passado nem futuro?
Há uma
lenda antiga que diz que inicialmente havia um ser, hermafrodita, e que Deus
dividiu em dois: Homem e mulher. E espalhou-os pelo mundo. A grande tarefa
desses seres era reencontrar-se...e daí vem a noção de almas gémeas.
Demasiado
romântico? Talvez. Mas limando as arestas da teoria, o grande desafio é
encontrar o testo para a nossa panela, a porca para o nosso parafuso....e...
(wait for it...) mantê-la!
Mantê-la,
correndo o risco, todos os dias. Abrindo o nosso ser ao outro porque sim,
porque sabe bem que o outro nos conheça por dentro e por fora. E depois,
amanha, se a pessoa que ontem se abriu à outra pessoa se transformou na pessoa
de HOJE...veremos se conseguimos fazer com que a outra pessoa do HOJE continua
a enamorar-se de nós. Todos os dias. Todos os dias mudámos, e se a mudança
mudar a intimidade...mudou. Termina.
Correr o
risco é dificil, é duro, é exigente, dói, dói muito, acho que quase todos os
seres humanos sabem disso.
Mas se
nos deixarmos ficar na pessoa que fomos ontem, nunca atingiremos de novo a
intimidade. E poderemos então SOBREviver, uma vida segura, recatada, sem riscos
nem emoções, sem grande sofrimento ...
Agora, é
só escolher.
Saturday, October 12, 2013
Elimine o seu odor corporal...
Estava alegremente com a televisão ligada, sem lhe dar muita importância. E, de repente, ouvi um spot publicitário de uma marca de desodorizante, cujo nome não irei referir...
"Elimine o seu odor corporal..."
Pensei que os perfumes e desodorizantes serviam para melhorar os odores, mas não para eliminar.
Não estaremos a eliminar demasiadas coisas da nossa vida?
Elimine as rugas, elimine a celulite, elimine a dor, elimine o seu odor corporal, elimine as manchas, elimine as cicatrizes, elimine as brancas, elimine os sinais, elimine o que você quiser com cirurgia estética, elimine as formigas de sua casa, mate os insectos todos...
No entanto, com tante eliminação, parecemos não estar mais felizes. Pelo contrário. Notícias desta semana demonstram um aumento abissal do consumo de anti-depressivos e aumento do número de diagnóstico de depressão.
Eliminar tudo o que nós etiquetamos de "mau" na vida humana, está a ajudar em alguma coisa?
Eliminar as rugas, as cicatrizes, o nosso próprio odor!, não será eliminar a nossa própria história, a nossa marca nesta passagem (breve) pela terra? Não será eliminar as nossas vivências, as memórias, os registos?
Se ficarmos só com "as partes boas da vida" (o que é nitidamente subjetivo), será que conseguiremos ainda chamá-las BOAS? Ou passarão simplesmente a ser coisas? A ser neutras? Porque deixarão de ter contraste?
No oposto, estamos a adicionar muita coisa também! Adicionar montes de amigos no facebook (muitas delas que nem conhecemos, ou que não temos o prazer de conversar cara a cara), adicionamos um telemóvel, dois telemoveis ou três até, uma máquina digital, um Ipad, um PC, adicionamo-nos a dezenas, se não centenas de grupos virtuais, adicionamos muito mais comida aos pratos do que há 20 u 15 anos atrás (e achamos isso positivo)...
E no meio destas eliminações e adições, não estaremos a eliminar-nos a nós próprios? Não estaremos a eliminar a essência humana e a substituí-la pela essência da AI? (Artificial Inteligence?)
Não sei...muitos filmes. Mas é melhor rever a Trilogia "Matrix" e a Trilogia "Terminator" só para relembrar que nós é que criamos as máquinas...
Monday, October 07, 2013
O Conhecimento do Senso Comum: Mais vale só do que mal acompanhado
Existem quatros tipos de formas de obtenção de conhecimento
humano: o Conhecimento do senso comum, o conhecimento filosófico, o
conhecimento religioso e mais recentemente o conhecimento científico.
Esta é uma das minhas primeiras aulas de Metodologia de
Investigação Científica.
Quando o método científico surge, não tem como objetivo
anular os outros.
O método científico é talvez o único que exige formação mais
avançada, apesar de todos os outros exigirem alguma.
O conhecimento filosófico baseia-se em racicionios lógicos,
silogismos etc.
O conhecimento religioso é dogmático, é o mais antigo, e
baseia-se em dogmas que as religões criaram.
O conhecimento do senso comum, baseia-se em observações e
experiências dos seres humanos ao longo de milhares de anos.
O Conhecimento científico, baseia-se em provas, obtidas
segundo um conjunto de técnicas e normas que os seres humanos desenvolveram.
Os provérbios populares são um dos grandes exemplos de
conhecimento científico.
Resumidos, exatos, sem grandes filosofias, deixam ao nosso
critério individual a vivência da vida, para que depois confirmemos se estão
adequados a nós ou não.
Este proverbio, “Mais vale só do que mal acompanhado” é
forte. É duro. Parece quase agressivo ao dizer.
Vamos suavizá-lo e enquadrá-lo nas nossas vidas.
O ser humano é um ser gregário, naturalmente, gosta e obtem
prazer de conviver com outros animais (racionais ou não-racionais).
É um ser afetivo (exceptuando casos patológicos que não
possuem afetos, como é o caso dos psicopatas), é um ser que gosta de partilhar
ideias e experiências com os outros seres (humanos ou não) e, ainda para mais
com o desenvolvimento do cortex cerebral, miraculoso e único no planeta, o ser
humano começou a ter prazer em trocar mentes, tocar outras mentes, estabelecer
relações mentais com outros seres humanos. Dsad
Tudo isto faz sentido. Porém, a sociedade atual
impulsiona-nos a manter contato com alguém continuamente.
Estar só por prazer de estar só é quase roçar a patologia.
E mesmo quando estamos só, temos telemóvel. A Nomofobia, a
nova patologia de dependência do telemóvel, acabou por vir piorar bastante esta
situação.
Podemos até estar sós fisicamente, mas estamos sempre em
contacto com outros.
Ao nível dos afetos, há situações onde isto se tem tornado
cada vez mais grave.
As pessoas sempre precisaram dos afetos dos outros,
principalmente dos outros humanos.
Mas, de alguma forma, a globalização, a tecnologia, a
abertura do mundo, gerou seres humanos que precisam de sentir o afeto dos
outros. Ou outros seres humanos já eram mesmo assim, no núcleo da sua
personalidade, e ainda não conseguiram ultrapassar isso.
Precisam de estar ligados, precisam de alimentar o ego,
precisam de sentir que está ali alguém, algures, à distância ou presencial, que
o admira, que flerta, que o faz sentir desejado, admirado, ouvido. Precisam de
alimentar uma rede de contactos.
E o foco desta análise é entre o “Precisar” e o “Querer”.
Façamos um exercicio. Estamos sós. Na nossa agradável
companhia. E de repente, dentro de nós, nasce uma necessidade, em segundos, de
ligar para alguém. Parem um segundo. Querem ligar porque querem conversar com a
pessoa, gostam dela ou PRECISAM de ligar-se com alguém? Se este ou esta não
atender, pode ser o próximo...é igual, qualuqer um/a serve? O que têm nao
chega, precisam de mais. Precisam de sentir que está ali alguém. E, por vezes,
precisamos de alguém, e isso é natural.
Ao refletir sobre esse provérbio, Mais vale só do que mal
acompanhado, é essa a minha reflexão.
Isto aplica-se a qualquer relacionamento, seja de amizade,
de amor ou de outro tipo.
No caso do amor, esse relacionamento deve preencher-nos. O
que não invalida que mantenhamos outros relacionamentos de amizade, pois são
necessários. Mas uns não se podem anular aos outros. No seu cariz, para ser
inteiros, integrais, completos, os relacionamentos devem estar cheios de
verdade e, por isso, sejam de que tipo forem, os relacionamentos devem se
entrecruzar, ter conhecimento uns dos outros.
Estar acompanhado com alguém que só está por estar, que não
faz questão absoluta de estar connosco, que não pensa “não há mais ninguém
neste momento com quem gostaria de estar”...será que vale a pena? O Povo diz
que não. E então, mais vale só.
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